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Consulta Psicologia


  • Tenho que estar “doente” ou “perturbado” para poder fazer uma consulta psicologia?
  • Como posso escolher o tipo de consulta psicologia ou psicoterapeuta indicado para a minha situação?
  • O que é que acontece na consulta psicologia?

Não. O pensamento que a consulta psicologia é para “malucos” é um mito do séc. XX.

Apesar de ser verdade que os psicoterapeutas se especializam em determinados tipos de consulta psicologia, como por exemplo, consulta psicologia para adições, ou consulta psicologia para comportamento suicida, a maioria dos psicoterapeutas focaliza a sua consulta psicologia em assuntos mais comuns, do dia-a-dia das pessoas, de forma a que as pessoas possam ter um entendimento mais esclarecido das situações e as possíveis soluções que precisão nas suas vidas.

A consulta psicologia, visa desta forma, situações desafiantes como melhorar as competências parentais e de relação intima, ou aumentar as competências para lidar com o stress e tolerância à frustração, ou como se processa uma separação/divórcio e como conduzir essa situação com o menor dano possível para todos os envolvidos.

A consulta psicologia abrange uma grande variedade de pessoas com um leque alargado de necessidades e objetivos.

Escolher um tipo de consulta psicologia ou um psicoterapeuta é como escolher qualquer outro serviço de saúde. É uma boa ideia visitar o site, ler alguns artigos sobre temas que versam a consulta psicologia. Alguns dos artigos vêm identificados com o autor pelo que poderá dessa forma ter uma ideia para quem quer marcar consulta psicologia.

A Clínica Psicologia Porto opta por não colocar testemunhos que validem a boa pratica por questões de confidencialidade.

Se está à procura de ajuda para lidar com uma determinada situação, procure esse tema entre os vários temas que estão abordados no site. É muito provável que encontre no site algum artigo que aborde essa situação.

Cada consulta psicologia é uma sessão para resolução de problemas. A pessoa descreve a sua situação atual, os seus sentimentos, o que pensa e acredita, o que tem feito ou pensa fazer, ou o que sente e pensa por não poder fazer nada, e o psicoterapeuta, através da sua experiencia e conhecimento de situações semelhantes, empatisa, esclarece, aconselha, adverte, perspetiva, absorve sentimentos e emoções, ouve, não julga, não critica, não avalia, assiste e dirige para aquilo que percebe poder ser a solução da questão.

No inicio da consulta psicologia, o psicoterapeuta conduz a conversa no sentido de a pessoa ganhar confiança e à vontade para falar do que a trás à consulta psicologia. Este é um tipo especifico e especial de comunicação e interação interpessoal e humana, no qual, o percurso inicial é conduzir a consulta psicologia para uma comunicação aberta, espontânea e sincera através da fala, de forma que a pessoa possa dizer exatamente o que quiser, como quiser e quando quiser. Durante a consulta psicologia, o psicoterapeuta, ouvirá e em alguns casos poderá tomar notas durante ou depois da sessão.

Durante a comunicação na consulta psicologia não existe a critica, o julgamento moral, ou a avaliação ética das atitudes ou conduta da pessoa.

A comunicação na consulta psicologia corresponde aos mais rígidos critérios de confidencialidade.

No final da sessão de consulta psicologia é frequente o psicoterapeuta devolver interpretações, ilações, correspondências de significado, relações entre acontecimentos de forma que esse material intelectual sirva para que a pessoa durante a semana possa pensar nos seus padrões de sentimento, pensamento e comportamento e fazer algo diferente para mudar o que sente e pensa.

Cada terapeuta é diferente do outro, cada pessoa é única, e por isso cada consulta psicologia é distinta uma da outra e entre pessoa, o que significa que não existe um protocolo rígido de como se processa uma consulta psicologia. Apesar de haver protocolos de intervenção, que dizem como fazer para uma determinada situação, mais concretamente, uma perturbação, na consulta psicologia a subjetividade individual, ou seja a pessoa, sobrepõem-se à perturbação e nesse sentido, os protocolos deverão servir de guias orientadoras do que deve ou pode ser feito e não de receitas prescritivas do que tem que ser feito.

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  • Tenho que falar da minha infância na consulta psicologia?
  • Que duração tem a consulta psicologia?
  • Porque ir à consulta psicologia? Posso simplesmente falar com um amigo ou com alguém na família?

Não necessariamente. Muitas pessoas pensam que ao irem à consulta psicologia significa que terão que desenterrar todos os esqueletos da historia do seu desenvolvimento. Isso é um mito. O que irá falar na consulta psicologia dependerá unicamente da situação em que a pessoa se encontra, os motivos e os objetivos para ultrapassa-los. E dependendo dos seus objetivos, poderá não haver necessidade de falar assim tanto do seu passado. O foco da consulta psicologia prende-se mais com a realidade do presente momento e com o futuro que se pretende criar.

Dito isto, se realmente não quer falar da sua infância, se o seu receio é ter que falar, isso pode sugerir que talvez fosse bom falar. Quando não existe nada para falar também não existe resistência em falar.

Quando as pessoas têm emoções negativas acerca de um assunto, qualquer assunto e se esse assunto estiver ligado de alguma maneira à forma como esta viver o presente, então nesse caso uma das maneiras mais eficazes de lidar com a situação no presente é perceber o que aconteceu no passado.

Varia de pessoa para pessoa. Temos clientes que vão a uma consulta psicologia, trabalha-se o assunto que os levou e está resolvido.

Outras pessoas, com outro tipo de assuntos, problemas, situações, necessidades e realidades, marcam uma primeira consulta psicologia e iniciam uma psicoterapia ou um conjunto de sessões que apesar de não serem psicoterapia, funcionam no intuito de resolver o assunto que as trouxe primeiramente. Nestas situações, a consulta psicologia tem a duração de algumas semanas com a periodicidade semanal. Posteriormente estas pessoas passam para uma periodicidade quinzenal que tem o objetivo de acompanhar a evolução da situação e implementar ou reforçar estratégias para lidar com a situação. Esta é a situação mais adotada e que mais sucesso tem na nossa pratica clinica.

As pessoas que conhece como amigos ou família quase nunca são completamente objetivos quando ouvem uma pessoa. Por exemplo, uma pessoa pode querer mudar de profissão, ou de trabalho, e confidencia com a sua ou seu companheiro. Poderá obter todo o suporte e apoio, mas também poderá obter todas as duvidas, emoções e sentimentos, crenças, inseguranças ou invejas. As emoções tornam difíceis a escuta ativa e o suporte objetivo.

Este é um dos motivos pelos quais procurar fazer consulta psicologia é uma mais valia. É uma oportunidade única para falar de tudo o que pensa e sente, de tudo o que pretende fazer ou esta a fazer, sem que haja critica, interrupção ou imposição de crenças.

Uma outra razão é que na consulta psicologia, estará a falar com um profissional experiente nos assuntos relacionados com o tratamento, psicoterapia da ansiedade, depressão, personalidade, problemas de sono, problemas do apetite, problemas nas relações ou na sexualidade.

A consulta psicologia é um espaço em que não tem que se preocupar acerca dos sentimentos da outra pessoa. Desta forma, estará num espaço e num tempo em que só você conta. Toda a atenção exclusivamente para si. Cada linha de pensamento nas suas situações. Cada palavra de cuidado, acolhimento ou encorajamento e incentivo.

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