Psicoterapia para Depressão

Muitos estudos têm comprovado que a psicoterapia, é a forma mais indicada para ajudar a tratar a depressão. O objetivo da psicoterapia para depressão é ajudar a aprender sobre o que é a depressão e encontrar maneiras de diminuir os sintomas.

A experiência comprova que é a maneira mais eficaz de ultrapassar as causas e as consequências da depressão. Causas que em alguns casos as pessoas nem sabem quais são e consequências que tendem a arrastar-se durante meses e anos.

A psicoterapia para depressão é um modo seguro e mais eficaz a longo prazo para que a pessoa se sinta melhor.

Quando a depressão é leve ou moderada, habitualmente basta a psicoterapia, no entanto quando a depressão é grave, pode e deve ser aconselhado tratamento com medicação juntamente com psicoterapia.

Os profissionais mais qualificados para fazerem o diagnóstico são os psicólogos e os psiquiatras.


Psicoterapia para Depressão

Qual a melhor?

Há muitos tipos diferentes de psicoterapia para depressão.

Os dois mais conhecidos e utilizados para a depressão são a terapia cognitivo-comportamental e terapia interpessoal.

A psicoterapia para depressão Cognitivo-Comportamental concentra-se em perceber a forma negativa como os pensamentos acontecem na mente e que afeta o humor (os sentimentos) e o comportamento (o que se faz). A psicoterapia ajuda a fazer mudanças positivas na maneira de pensar e aborda a importância de alterar comportamentos.

A psicoterapia para depressão interpessoal concentra-se em como a pessoa se relaciona com os outros e ajuda-a a fazer mudanças positivas nos relacionamentos pessoais.


Psicoterapia para Depressão

Quanto tempo demora uma psicoterapia?

Apesar de não ser imediato é esperado que melhore gradualmente com algumas consultas. A maneira como sabe que está a melhorar é que ao fim de algum tempo a forma de pensar é diferente. A maneira de sentir é mais positiva e esperançada. E acaba por reparar que faz mais coisas que gosta do que fazia antes. Tudo isso porque se aprende a encarar a depressão como uma consequência de vários acontecimentos que a mente está a reagir e não como uma avaria mental que incapacita a pessoa de vir a ter as coisas que considera importantes.